...................................................................................................................................................................

.
.
Mostrar mensagens com a etiqueta artes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta artes. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, janeiro 11, 2008

arte fora de portas

Trabalhos de 21 artistas «emergentes e de média carreira» portugueses vão estar em exibição na Galeria Faulconer, da Universidade de Grinell, no Iowa, entre 01 e 20 de Fevereiro.
A exposição, com características «multimedia», apresenta-se sob o tema «De onde vens? Arte Contemporânea de Portugal». Vários dos artistas portugueses convidados participarão em palestras organizadas pela galeria, segundo um comunicado da universidade à imprensa.
O director da galeria, Lesley Wright, referiu no comunicado ter-se deslocado a Portugal em 2006 e em 2007 para preparar a exposição. Wright assinalou ter-se apercebido, nessas deslocações, de que os artistas portugueses se consideram «parte de um mundo global de arte mais alargado, embora se identifiquem estreitamente com a sua herança portuguesa».
«Ao perguntar-lhes 'de onde vêm?' damos-lhes uma oportunidade para darem respostas variadas», acrescentou. No dia da inauguração da exposição está previsto um debate sobre a arte contemporânea em Portugal.
Para o mês de Fevereiro estão tambem agendadas palestras, em dias diferentes, com Marta de Menezes, o «escultor e artista vídeo» Nuno Pedrosa e o «artista de novos media» José Carlos Teixeira. Patrocina a exposição o Instituto Camões. [+ info]


quarta-feira, novembro 14, 2007

mulheres, arte e mudança

Madrid, 20 a 24 de Novembro de 2008. Entrada livre. + info aqui.

terça-feira, novembro 13, 2007

mas acontecem coisas por aí

Da nova chancela da Antígona, a Orfeu Negro, surge o primeiro de – esperamos – muitos livros que tornarão mais acessíveis textos importantes de e sobre as artes (em sentido lato). Este primeiro chama-se a Arte da Performance: do Futurismo ao Presente de RoseLee Goldberg.
Já se adivinham mais títulos para 2008 e ouvi dizer que a arquitectura, através de um clássico radical, estará representada! Voltaremos seguramente a falar da Orfeu Negro.
A Carla Oliveira, a culpada de tudo, explica mais umas coisinhas aqui.

quarta-feira, setembro 19, 2007


Contactos e informações:

Ana Paula Louro / Inês Matos

217908300 + iha@fcsh.unl.pt

sábado, julho 07, 2007

acasos

Confesso que andava a tentar comprar para a e. - mesmo se pouco convicta - umas t-shirts. Confesso que entrei na benetton e - porque estava muito estafada - decidi ir de elevador (nota: a secção dos putos pequeninos é quase no último andar!). Como me tem acontecido muito ultimamente entrei em regime automático. Resultado: acabei no - efectivo - último andar [fabrica feature] a cuscar o trabalho de Nuno Coelho.

O trabalho Uma Terra Sem Gente Para Gente Sem Terra é uma exposição que estará neste espaço, mesmo no centro do Chiado (Lisboa), até dia 27 de Julho. De certa forma, deu por mim convidada a pintar, com os lápis coloridos com que a Viarco patrocinou o projecto, um dos mais tristes acontecimentos deste momento moderno de início de século XXI onde dizem que estamos: a não-relação complexa entre palestinianos e israelitas. Vale a pena passar, pintar e pensar.








[imagens daqui]

segunda-feira, junho 04, 2007

arquitecturas em palco

João Mendes Ribeiro é o responsável pela representação oficial portuguesa na 11.ª Quadrienal de Praga, que terá lugar de 14 a 24 de Junho na dita cidade.
A propósito disso, hoje há:
CONVERSA EM PALCO. Com João Mendes Ribeiro, Olga Roriz, Ricardo Pais, Miguel Pereira, Miguel-Pedro Quadrio, Daniel Tércio e Mónica Guerreiro.
Lisboa, Teatro Nacional D. Maria II - 4 Junho - 17h30










[imagem daqui]

sexta-feira, novembro 10, 2006

das velocidades do olhar e do projectar

Como noutras vezes, à conta da caça às missangas com as quais componho as minhas aulas, perco-me por coisas que já não via há muito tempo. Hoje foi a vez do Bill Viola. A primeira obra dele que vi foi The Crossing (1996). O que mais me impressiona no trabalho dele é a paciência com que se constrói o acontecimento, o respirar lento que toma para si e nos impõe se o queremos seguir. Com a contemporânea dificuldade de gerirmos silêncios, vazios e pausas a sensação forte com que fiquei foi a de que parar a olhar para o lento voar da câmara é preenchedor. Completa o instante, longo ou curto, em que se esteve mergulhado. Nada, nestas propostas envolventes, substitui a possibilidade de se viver, à escala proposta pelo artista, da instalação que acolhe a imagem e o som. À falta de melhor vê-se a cassete, o dvd ou o que o YouTube nos deixa encontrar... Polaroid do acontecimento. Para quem não sabe que tem fome, aguça-a, para quem sabe a fome que tem, distrai. Deixei aqui Migration (1976).

Não deixa de me apetecer fazer uma ponte com o desenho, ou melhor, com o projecto. Este tempo que o olho “perde” a radiografar o espaço por onde se decide caminhar é, de certo modo, o mesmo tempo que já não é concedido ao projecto de arquitectura para se construir. O interessante tempo que o projectar de outros tempos menos informatizados permitia, desapareceu. A rapidez da máquina é a inquestionável rapidez do homem que pensa rápido, porque por cima está a força da rapidez de quem encomenda e deseja que tudo seja ainda ontem. A construção mastigada, que um desenho que se constrói ao correr de um lápis permite, é outra coisa. É poder pensar cada vez que se afia o tal lápis, cada vez que se ataca o estirador mais para a esquerda ou para a direita, que se afasta ou se aproxima mais. Essa relação sensual entre corpo e papel e linhas que se traçam sobre ele é a mais valia do tempo que passa. É, quem sabe, a diferença entre o tempo lento dos afectos e o tempo dos excitantes estímulos acelerados e em cadeia.
Mas não, desenganem-se os que pensem que eu não gosto da era das pós-máquinas. Não vão por aí!

quinta-feira, novembro 02, 2006

dos desafios bons

As aulas começaram em força. A vida intensiva com a E., recheada de acontecimentos inesperados, também. É interessante ver que há coisas que ajudam a suportar o cansaço entranhado. Paira dentro de mim uma boa sensação com as aulas que estou a começar a dar. Há ambiente, há potencial, estou predisposta para. É uma opção um pouco sem rede mas é também tentar fazer uma coisa que acho fazer sentido, que me dá prazer e que nos faz a todos crescer e exercitar o músculo cinzento. Daqui a 3 meses faremos as contas possíveis, tentando perceber se foi boa a aposta.

segunda-feira, outubro 30, 2006

Alô, alô! Está aí alguém?...

Se te fosse pedido para referires o texto ideal para lançar a discussão sobre o QUOTIDIANO e a ARTE que escolherias? Propostas?



domingo, outubro 29, 2006

das letras

Por causa da preparação das aulas ando às voltas com livros, artigos, pesquisas cibernéticas. É sempre bom voltar à caça do texto ideal para se começar uma bela discussão. Neste momento concentro-me sobre a arte e o corpo. E dá vontade de (n)os pôr(mos) a ler anos a fio só para este tema. Imagine-se o que se segue. Bom é quando nos sentimos vivos, resgatados pelas palavras.