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terça-feira, janeiro 25, 2011
quarta-feira, junho 17, 2009
Arquitectura de Serviços Públicos em Portugal: os Internatos na Justiça de Menores (1871-1978)

Lançamento do livro Arquitectura de Serviços Públicos em Portugal: os Internatos na Justiça de Menores (1871-1978) que terá lugar no dia 25 de Junho de 2009, pelas 17.00h, no Cinema S. Jorge, em Lisboa
Rssf: até dia 22 para: 213 176 235/231
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patsp
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15:53
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>> amigos, arquitecturas, livros, Portugais
quinta-feira, maio 29, 2008
terça-feira, novembro 13, 2007
mas acontecem coisas por aí
Da nova chancela da Antígona, a Orfeu Negro, surge o primeiro de – esperamos – muitos livros que tornarão mais acessíveis textos importantes de e sobre as artes (em sentido lato). Este primeiro chama-se a Arte da Performance: do Futurismo ao Presente de RoseLee Goldberg.
Já se adivinham mais títulos para 2008 e ouvi dizer que a arquitectura, através de um clássico radical, estará representada! Voltaremos seguramente a falar da Orfeu Negro.
A Carla Oliveira, a culpada de tudo, explica mais umas coisinhas aqui.
sábado, julho 07, 2007
[t*] rui tavares e "o arquitecto"
Rui Tavares apresentará o seu livro "o arquitecto" (da tinta da china) na próxima 4.ª feira, pelas 18.00h, no Pavilhão de Portugal (+ info). O texto, uma peça de teatro em dois actos, fala de Minoru Yamasaki (Seatle, 1912 - 1986), um arquitecto estado-unidense de origem japonesa razoavelmente colocado fora dos escaparates das arquitecturas mundiais e que foi resgatado deste quase-anónimato pelo dramático fim de uma das suas obras: o World Trade Center (Nova Iorque, 1966-73, destruído em Setembro de 2001).
Já tinha lido sobre o dito livro n'a invenção de morel há uns dias. Agora teremos oportunidade de assistir ao lançamento... fica a muita curiosidade de ler esta viagem das histórias e das arquitecturas proposta pelo Rui Tavares. (post it: ler nas "férias"?)
[imagem daqui]
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patsp
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12:55
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sábado, junho 16, 2007
sábado, maio 26, 2007
[t*] apontamentos 2
A relação com o lado da produção internacional da arquitectura não implica, em automático, a contaminação madura que faz crescer toda a qualidade da construção do território nacional. Em alguns casos até pode mesmo ser o inverso. A falta de estrutura para receber informação supostamente actualizada pode criar uma contaminação superficial e a nível da imagética que fica longe da construção sólida de uma personalidade arquitectónica.
(Infelizmente o senhor Neil Leach não vai estar presente na trienal – como chegou a estar previsto – para nos falar neste mundo das imagens. Pode sempre ler-se o A Anestética da Arquitectura [1999] já traduzido para português e publicado pela Antígona em 2005.)
Olhando para a história da arquitectura portuguesa no século XX, principalmente para a metade primeira, assistimos a um bom exemplo desta incapacidade de tratamento, em profundidade, do que de fora se vai podendo ver ou saber que existe. A capacidade com que um mesmo arquitecto fazia ao moderno ou outro estilo qualquer, consoante programa da encomenda e encomendador, era, não só papável, como assumido por alguns. Este ecletismo tardio terminou? Ou será que sofreu um abrandamento com as décadas de 1950 e 1960 e voltou a estar presente desde essa altura?
A falta de linhas de força reflexivas, teóricas e históricas, a superficialidade com que tantas vezes o lado da arquitectura como conhecimento foi encarado, alimentam em enumeras situações uma considerável superficialidade da arquitectura portuguesa. Nesse sentido, perfeitamente coerente com muito do que se passa no resto do mundo que tem poder económico para construir Arquitectura.
A resposta mais madura chegará quando se consiga estar olhos nos olhos com qualquer tipo de produção arquitectónica, mediática ou não, e se souber dela ler as linhas de força que lhe dão especificidade. Os brilhos, só por si, são mais anestesiantes do que matéria prima do trabalho que é necessário fazer à volta e de dentro da arquitectura. Talvez o bom senso não seja uma atitude a secundarizar.
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patsp
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12:41
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>> arquitecturas, livros, reflexões, trienal
segunda-feira, março 12, 2007
sonho de um fim de tarde pré-primaveril
As leituras trazem-nos quase sempre a sensação de que, mais coisa menos coisa, nesta vida, como dizia o outro, “isto anda tudo ligado”(1). O desconcertante é que a minha memória não consegue abarcar tudo, ligar tudo, disponibilizar tudo… apetece-me um implante de um super-processador e de uma fantástica estrutura mental em hipertexto. Alguém tem destes para venda?
(1) Sérgio Godinho, “Isto anda tudo ligado” in Na Vida Real (1986), Polygram.
[daqui]
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patsp
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20:00
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>> alucinações, futuros, internet, livros
segunda-feira, março 05, 2007
domingo, outubro 29, 2006
das letras
Por causa da preparação das aulas ando às voltas com livros, artigos, pesquisas cibernéticas. É sempre bom voltar à caça do texto ideal para se começar uma bela discussão. Neste momento concentro-me sobre a arte e o corpo. E dá vontade de (n)os pôr(mos) a ler anos a fio só para este tema. Imagine-se o que se segue. Bom é quando nos sentimos vivos, resgatados pelas palavras.
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patsp
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13:02
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