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domingo, maio 18, 2008

surpreendidos?

Segundo uma notícia do Público de ontem "quase 44 por cento dos professores não escolheriam a sua profissão hoje em dia". O estudo, relizado pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), refere também que uma grande maioria, 90%, sente-se completamente desapoiado pelo ministério que os tutela e com grandes receios relativamente ao seu futuro profissional. Por um lado, quem já experimentou a docencia dos 2.º, 3.º ciclos ou secundário e/ou tem próximo pessoas que são professores destes níveis de ensino, não estranham nada os número e o cinzentismo que eles demonstram. Por outro, grave para o país, com este estado de espírito por parte dos professores não há ensino público de qualidade que resista. Mas esta é a ideia, não é? Afastar os interessantes e interessados, até só ficar o que não encontra mais alternativas para ganhar dinheiro para as contas. Venham os ensinos privados resolver o suicídio nacional que o Governo - e não só o ME - estão a obrigar o país a cometer. Sub-desenvolvimento, aqui vamos nós.

sexta-feira, agosto 03, 2007

cada vez + longe

A verdade é que me sinto cada vez mais longe do país que habito. A sucessão de situações de deixar muitas pulgas atrás da orelha - no mínimo - sobre liberdades e garantias neste portugal vai aumentando a passos demasiado largos. Chega a assustar. E, estou segura, de que o que vamos sabendo é só uma pontinha da falta de democracia em que vivemos.
Agora foi no Museu de Arte Antiga e com a, ainda, directora Dalila Rodrigues...

sábado, junho 16, 2007

está tudo explicado

Por isto é que o país não avança. Os nosso empresários são uma cambada de lamechas sentimentalões. Raios nos partam...

sexta-feira, janeiro 12, 2007

ele há cada um mais criativo!

Vejam e chorem....

"Pela primeira vez na sua história registada, a Direcção-geral dos Impostos manda rezar missa pelo desempenho dos seus funcionários e a todos convida à participação. Ao actuar assim, Paulo Macedo convenceu-se que lhe era próprio encabeçar a iniciativa, que a iniciativa era adequada como medida de inclusão dos trabalhadores, que a missa teria o mérito de mobilizar as equipas, que o assunto em nada feria a definição da sua função de dirigente do Estado."

(Diário Económico via irmãolúcia)