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sábado, novembro 24, 2007

a queda dos mitos

Ontem, num serão desvelado, foi-me explicado – adeus ingenuidade de tempos idos – que o pó, este pó, nada tinha a ver com o angelical pó de arroz. Afinal, segundo a fonte que não se quis identificar, os pós brancos da canção são outros ("fatal"?). Socorro para tantos outros sentidos que os sentidos não alcançam. Malandros que me deixam a sentir-me a mais ingénua das mulheres.

terça-feira, julho 31, 2007

Michelangelo Antonioni (1912-2007)

Já lá vão dois, num mesmo dia. Outro dos meus de culto. Ou da memória. Ou de fetiche sem justificação aparente. Dá pelo nome de Blow Up (1966). É de um senhor que foi, seguramente, descansar e jogar xadrez com o outro: Michelangelo. Que belas fitas se farão em todas as eternidades. Será que combinaram?












[imagem daqui]

Ernest Ingmar Bergman (1918-2007)

O autor de um dos filmes que mais se cravaram na minha memória escorregou ontem direito ao descanso mais definitivo (imaginamos nós). O 7.º Selo é das coisas mais bonitas de que me lembro. Consta que no final há sempre uma chuva que nos refresca o rosto.








[imagem daqui]

domingo, dezembro 17, 2006

da morte

Hoje matei a sangue frio um blog colectivo que, para dizer a verdade, nunca existiu. Deveria chamar-se (chamou-se) casa de fora e aí se falaria de arquitectura e história da arquitectura. Ou não. Se calhar um dos problemas dos colectivismos é mesmo esse: delinear estratégias que junte meia dúzia de pessoas. Mas também necessitam, estas actividades colectivistas, da energia de quem embarca. E, afinal, parece que estamos todos muito ocupados, cansados, sem tempo. Como compulsiva que sou lancei o casa de fora na blogosfera à espera que pegasse. Na fé de que a coisa, por ter uma residência fixa, chega lá. Engano. Ficam os colectivismos para outras paragens, outros tempos, outros companheiros...