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terça-feira, julho 10, 2007

confissões

Apetecia-me estar aqui:










[foto também daqui]

quinta-feira, julho 05, 2007

do tudo que é nada

O calor aparenta estar para ficar (ainda lhe vamos chamar nomes feios), o meu cabelo encolheu por um efeito surpreendente de magia – isto dito por mim, que não acredito nestas coisas, ufa! –, estamos quase a ir a votos para a CML (ele é escolher, oh menina!), o tal do Berardo é mais falado (a propósito de tudo e de tudo?!) do que o Cristiano Rónaldo (a propósito do mulherio), deste último ouvi boatos de que encomendou o projecto da sua casa (onde?) ao Souto de Moura, o Sócrates dá graxa ao ego por essa Europa fora, os biocombustíveis aparentam estar na mais completa moda (e aconselha-se?!), etc.
Assunto não me falta. Sobre cada um deles dava para escrever várias páginas ou mesmo uma ou outra postagem. Mas tenho uma apresentação para preparar, um mega-texto para rever e fechar, trabalhos para corrigir e notas para dar (versão simplificada). A vida atropela sempre a vontade sonhada e/ou desejada.

segunda-feira, março 19, 2007

procura-se

Pensava que estava a chegar a Primavera e afinal era mentira. Sinto-me enganada, malandros!


sexta-feira, janeiro 19, 2007

segunda-feira, janeiro 15, 2007

ando com vontade de mudar

Mais propriamente a cara do blog. Acho que vou tentar ir aos saldos ver se lhe arranjo algum trapinho. Dicas?









Chiado, 1917 [Joshua Benoliel, aqui]


[nota: as senhoras até estão é a vender flores, cujos lucros revertiam a favor dos soldados na guerra... mas enfim, liberdades poéticas!]

terça-feira, outubro 10, 2006

micro-história(s) introspectiva(s)

Tenho andado a pensar na fina linha que, dentro de nós, separa o estar bem do nem por isso. Quando compomos o quadro – e para lá das predisposições optimistas que temos ou não – deve saber sempre a escasso, não? Apetece-me ser como o outro da anedota – Mr. Bush? – e sair sempre contentinho de tudo. O truque? As expectativas estarem sempre bem próximo do zero!

domingo, outubro 08, 2006

notícias de sítio nenhum

Já estou interneticamente conectável. Alguns detalhes do meu quotidiano melhoraram indubitavelmente. As tormentas de que falei atrás não. (não que eu esperasse que sim!). O ano lectivo está a começar aos tombos e cheio de incertezas. O que deixar para trás. O que não deixar. O mais importante e o menos. O médio prazo, o curto prazo e o longo prazo. O bom senso e a culpa. E nem “o que tem remédio remediado está” se aplica, está tudo em aberto. Acho que imaginei a dificuldade. Só não imaginei a dificuldade de ultrapassar a dificuldade. Mas isto compõe-se. Terá de ser.

domingo, setembro 24, 2006

dos inícios que nos marcam

O início do ano lectivo sempre teve para mim um valor especial. De recomeço, de voltar a ter a oportunidade de não cometer erros anteriores. Umas “águas de Março” para a nossa geografia: águas de Setembro. Este ano não estou optimista com o que imagino que me espere adiante. Espero que me engane.

segunda-feira, julho 03, 2006

das portas

Devagar e sem grande alarido, eis que vamos vendo que as portas se fecham. Portas que querem dizer pequenos assuntos encerrados. Isso é bom. Contra o caos, marchar, marchar.

domingo, julho 02, 2006

ainda a mania da tranquilidade

Uma das – poucas – coisas boas dos momentos de caos é imaginar a fase calma que se seguirá... que inevitavelmente se seguirá. Se pudesse hoje sentava-me à espera de que a tal calma chegasse.