...................................................................................................................................................................

.
.

segunda-feira, abril 21, 2008

optimismos

Talvez existam motivos para se sentir no ar algum optimismo(zinho?). Consta que a chuva agreste e o céu cinzento prometem dar lugar, outra vez, ao sol. Parece que o sr. Menezes não aguentou tanta (auto)(de)pressão e saiu (?) de cena. O preço do dinheiro pode (?) ser que desça lá para o fim do ano.
Esperem... havia mais. Quando pensei em escrever isto acho que a lista era (mais) longa... Deixa ver... Vou ali pensar no assunto mais profundamente e já volto.

quinta-feira, abril 17, 2008

muitas coisas

São muitas as coisas que eu vou pensando e prometo que escrevo. Mentira. Falta tempo para respirar e já se percebeu que o hábito faz o bloguer. E o des-hábito congela o blogue... O Albertito da Madeira continua a dizer coisas alegres tristezas, a Educação continua a ser palco de falinhas mansas e saloias atitudes, o tempo está uma merda, a cidade está suja e cheia de buracos e carros estupidamente mal estacionados. Ou seja, não precisamos de escrever o que quer que seja para que as coisas aconteçam e continuem a acontecer. Esta é a fatalidade do mundo e a inevitável dimensão da nossa insignificância. Mas não nos imaginarmos como o centro do mundo é bom. É seguramente leve...

terça-feira, abril 01, 2008

epá!

...isto está mesmo parado. O lado bom disto é que me ando a divertir. Logo, blogo logo triste? Blogo logo à deriva? Blogo logo tempo livre?...

terça-feira, março 18, 2008

reclamação e abandono

A dona do blog promete sucessivamente que depois deste stress é que é. Será então que volta a estar presente. Já percebi que a dona é pouco fiel aqui à casa. Agora anda toda enamorada de uma base de dados e o blog chapéu. Qual computador em obras, qual quê!

domingo, março 09, 2008

obras gerais

O prédio está em obras (a ser virado do avesso, espero que recupere) e o computador também. Muito armazenamento de dados, muita arrumação de emails e endereços, muita listagem de programas e algumas definições. Tudo na doce ilusão de que sobreviverei ao formatar do meu instrumento de trabalho. A outra doce ilusão é de que, apesar de todo o sofrimento, o renascer melhorará a performance! Já não tenho idade para tanta ilusão junta!














[Obras Gerais. Brasília-DF, c. 1958-60, imagem daqui]

quinta-feira, março 06, 2008

parte da história da clandestinidade

A partir de hoje é possível encontrar no sítio do PCP os exemplares do Avante! publicados na clandestinidade (1931-1974). Não faltarão os que dizem que isto é pouco, se comparado com a informação não disponibilizada pelo mesmo partido. Mas, se pensarmos como o material periódico impresso do século XX português tarda em estar disponível e, também muito importante, o custo que implica a construção de uma base de dados com esta informação digitalizada, só posso achar que é um bom trabalho feito e que, antes de mais, contribui para a visibilidade da memória colectiva.



quarta-feira, março 05, 2008

há meio século ou talvez não

Em 1958, o tal Estado que se pretendia Novo publicitava a sua modernidade além-mar através de arquitecturas que se proponham do momento e do futuro. O paradoxo é entre as escolhas que o SNI leva aos Estados Unidos que são, de certa forma, ideias de contemporaneidade e a dificuldade com que as tais reflexões que se sustentavam pelo olhar actualizado sobre a realidade tiveram em se generalizar. Como se o país se deixasse ver mais moderno do que alguma vez tivesse tido a coragem de se assumir perante si próprio. Ainda hoje, meio século passado, a arquitectura e o território são, na maior parte dos dinheiros e energias gastos, um tremendo equívoco. E, convém não esquecer, que temos ministros que projectam – seguramente com os pés – absurdos objectos, com total falta de noção desse valor maior e mais escasso que é o território e o espaço construído.

mais uma ficha, mais uma volta

RECORDAÇÕES DA CASA AMARELA de João César Monteiro
com João César Monteiro, Manuela de Freitas, Teresa Calado, Luís Miguel Cintra, Ruy Furtado, Henrique Viana, Sabina Sacchi. Portugal, 1989 - 119 min.
RECORDAÇÕES DA CASA AMARELA, "uma comédia lusitana", marca o nascimento de João de Deus, personagem cáustica e poética que só João César Monteiro poderia interpretar. À primeira vez, saído de um manicómio para divagar diletante por Lisboa e "lhes dar trabalho", João de Deus encanta-se com uma menina que toca clarinete, passa uma noite de amor sob o olhar de Stroheim em imagem pregada na parede em cima da cama da pensão e transfigura-se em criatura das trevas como Nosferatu no fim do filme.
Sex. [7 de Março] 21:30 Sala Dr. Félix Ribeiro
Com a presença de Margarida Gil, Manuela de Freitas, Joaquim Pinto e João Pedro Bénard.

[Ciclo O LUGAR DOS RICOS E DOS POBRES NO CINEMA E NA ARQUITECTURA EM PORTUGAL]

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

fim em tom de sol

Ontem fechei este capítulo... (por agora?). E fui brindada com um sol em forma de flor. Amo os detalhes. E ele há gente cheia de capacidade de fazer acontecer detalhes e criar surpresa. Bom, bom...


















[imagem daqui]

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

daqui a 2 dias

Fevereiro chega ao fim. Foi um mês com muito mais do que 29 dias... pelas minhas contas teve pelo menos o dobro. Mais uma vez fica a vontade de que alguma paz se instale. A ver vamos a que vem o mês mais bonito do ano: Março...

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

e cá estamos outra vez: é sexta de cinema

UMA RAPARIGA NO VERÃO de Victor Gonçalves
com Isabel Galhardo, Diogo Dória, José Manuel Mendes. Portugal, 1986 – 82 min. UMA RAPARIGA NO VERÃO foi uma das melhores surpresas do cinema português dos anos 80 e, até à data, o único filme para cinema de Victor Gonçalves. Revelou Isabel Galhardo e é também o único filme da actriz. Um filme sobre a vida que passa, num dos mais perturbantes e sinceros retratos intimistas do cinema português, que quem viu não esquece.
Sex. [22 de Fevereiro] 21:30 Sala Dr. Félix Ribeiro. Com a presença de Victor Gonçalves e do Arq. Duarte Cabral de Mello

[Ciclo O LUGAR DOS RICOS E DOS POBRES NO CINEMA E NA ARQUITECTURA EM PORTUGAL]

terça-feira, fevereiro 19, 2008

yuppi!

A parte boa destas coisas é que um dia terminam e perdemos peso. Juro!

domingo, fevereiro 17, 2008

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

fevereiro, mês matreiro

É escolher, oh freguesa, é escolher: obras no prédio, mudança de emprego (logo 2 em smi-paralelo), defesa da tese, avó operada, bronquite e asma que não descolam, calvário de médicos, texto-encomenda para começar/acabar, cenas para tratar na segurança social e na adse...
Acho que é só isto... assim que me lembre. Mas o mais absurdo (ou não) é que Fevereiro está a ser o melhor mês do último meio ano...

terça-feira, fevereiro 12, 2008

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

12...

São estes os dias que faltam para pôr um ponto final numa certa coisa que me persegue... Afinal já lá vão muito anos. Não tenho problemas de dizer a minha idade. Mas coro um bocado quando tenho de dizer quantos anos a tal coisa andou atravessada na minha vida. Arruma-se já daqui a 12 dias...